Mudança de Vida-Ao Ângulo de Ricardo
29 de fevereiro de 2008

"Tudo começou quando a minha vida era tranquila, claro que todo mundo me achava relaxado, teria que melhorar na escola (principalmente em MATEMÁTICA), mas era tranquila.
Meu pai recebeu uma tranferência e eu iria ficar num condomínio mais luxuoso do que eu já morava.
Achei muito legal essa idéia, já que todos os amigos que eu tinha, tinha os MSNs deles.
Então tivemos que despedir a empregada, pois era um lugar muito longe e não dava para ela ir para casa. Minha mãe achou que eu estava deprimido por mudar de casa de novo, mas eu falei que não, ela não parecia que acreditou, não.
Cheguei lá na nova casa, era LINDÍSSIMA! A nova empregada não parecia que ia com minha cara, mas tirando isso, adorei tudo!
A minha mãe ficou me olhando com uma cara de pena, como se eu não fosse ter amigos de novo ou coisa parecida.
Então, no dia seguinte, ela falou:
- Filho, olha o que eu comprei para você!
Abri a caixa que estava cheia de furos, e vi, o mais lindo Husky que ja vi na vida! Ele estava com uma fitinha alaranjada, as os olhos eram claro, claro até de mais, percebi que ele não estava olhando para mim, mas o focinho parecia, e estava abanando o rabo! Ele era cego.
MInha mãe falo que era fêmea, fiquei pensando em algum nome, mas não veio nenhum em mente.
Ela só ficava me seguindo! Eu ia para lá, e ela me seguia, eu ia para cá, e me seguia também, a noite tentei fugir dela, para ver o que acontecia, fiquei no meu novo quarto e fechei a porta. Eu pensava que ela iria estar chorando, mas não.
No dia seguinte, abri a porta e percebi que ela tinha pego o tapete, arrastado ele até ao lado da porta (Não na frente! Ao lado!) e ficou durmindo, percebi que ela, no meio da noite, tinha ido à cozinha para comer um pouco (um pouco nada, comeu quase tudo da tigela de ração para filhotes), ela olhou para mim e abanou o rabo.
Neste dia, lembrei que era segunda feira, então teria que deixar a filhote de Husky com a empregada, pois meu pai não foi tranferido para não trabalhar e minha mãe foi ao novo consultório.
Fui para a nova escola, então, fiz um amigo, ele se chamava Hernesto, não tinha muito assunto, ele tentou me ajudar a dar nomes para a cadelinha, mas ele dava cada nome esquisito! Por exemplo: Girtrude!
Voltei para casa, a filhote veio correndo para mim, (devia ter escutado o barulho da porta) mas de um jeito desengonsado, jeito de filhote.
A noite, minha mãe e meu pai voltaram, eu falei "oi" e voltei para brincar mais com a cadelinha, a empregada parecia mais legal. Minha mãe perguntou a ela:
-Lavou todas as louças?
-Sim.
-Fez as camas?
-Fiz.
-Fe…
-Fiz.
-Fe´fiz! - Falei.
-O que disse, querido?
-O nome dela: Fe´fiz!
Para quem não sabe, o nome se pronuncia "féfiz", só que quis o acento separado da letra.
Eu ensinei a Fe´fiz que quando eu chamar ela, é para ela vir.
Ensinei também uns truques, só que só com o comando verbal, eu falava palavras esquisitas só para ninguém saber o que ela tem que fazer. Tipo: Girtrude, e ela sentava.


Comentário por samia — 4 de março de 2008 (11:27)
hauahua, adoreeei essa cronica da husky! conta mais! ou já acabou?
tu é bom, mas precisa escrever com mais calma e desenvoltura. tipo, vc narra como se falasse dum jogo de futebol, tudo acontece muito rápido! hauhea!
mas tá ótimo, vc leva jeito mesmo!!
depois volto pra ler mais! ^^
xêru! =*