O BLOG DA MINHA IMAGINAÇÃO

AQUI ESTÃO OS CONTOS E CRÔNICAS QUE PENSO E ESCREVO!

Três Dias antes do Fim do Mundo

28 de outubro de 2008

Eu consgeui convencer a maioria de meus amigos, porém, alguns tiveram que ficar com a família ou com a namorada…
Mas os solteirões, como eu, ficamos tentando convencer o resto a viver mais a vida…
Fomos na casa de um e conseguimos convencer ele, porém, ele ainda estava um pouco deprimido…
Nós ficamos na casa desse amigo conversando sobre tudo que é coisa, menos sobre o Fim do Mundo…
Quando vi que horas eram, perguntei:
-Alguém quer jantar lá em casa?
-Sim! - Responderam todos, quando lembrei que todos eram esfomeados e não cozinhavam…
Fomos até minha casa para eu preparar uma janta basica, então, um amigo falou:
-E o Cometa Halley? Que lugar seria bom vê-lo?
-Nossa! - falei - Até esqueci que o Cometa irá aparecer amanhã!
Deposi da janta, fomos preparar umas câmeras, quando o amigo, ainda meio deprimido, falou:
-Para quê cameras? Não teremos futuro para nos lembrarmos dessas lembranças, se existir um além, tenho certeza que não dá para levar os bens-materiais…
-Sabia que você ia falar isso! - Exclamei - Mas eu sempre quis ver o Cometa Halley e tirar uma foto dele para me lembrar pelo resto da vida, nem que seja por um dia!
Ele se calou, e todos foram embora quando já era tarde…
Nem liguei a TV ou o computador, pois mesmo o dia ter passado muito rapido, eu queria dormir e não escrever mais esse relato sobre meus últimos dias, mas irei até o fim nisso!
Quando acordei, vi no calendário que era dia 30 de Agosto e faltava já dois dias antes do fim do mundo!

Quatro Dias Antes do Fim do Mundo

21 de outubro de 2008

Levantei de novo muito cedo, porém eu estav com o corpo dolorido e pesado, não conseguia abrir os olhos, mas nem me importei, eu tinha que convencer amigos a viver o resto da vida!
Saí de casa espirrando, cheguei com odr de cabeça na casa de outro amigo, bati na porta, a dor de cabeça ia aumentando, e então desmaiei.
O que será que aconteceu? Morri antes da hora? O mundo já acabou? Esse eram meus pensamentos quando eu acordei em uma cama de hospital.
-Você deu um susto em seu amigo. - disse um doutor entrando.
-Quanto tempo fiquei apagado? - perguntei já me levantando da cama rapidamente.
-Apenas umas horas…
-Ainda bem, tenho que aproveitar o resto do que a minha vida me oferece.
-Vai com calma, se você não tomar os medicamentos corretos regularmente, você pode apagar e só irá acordar semanas depois, ou seja, quando ja estiver morto.
-Doutor, você não devia estar aproveitando a sua vida com a sua família?
-Ah… Mas minha família está comigo, eu aproveito minha vida dando esperanças a pessoas doentes que ainda querem viver e até aquelas que não querem mais.
-Mas eu estou falando de mãe, pai, filhos, mulher…
-Meus pais são falecidos, minha mulher também trabalha para dar esperança às pessoas, e eu sou estério.
-Desculpe…
-Tudo bem, eu nunca quis ter filhos, deve ser muito fardo e tal… Só que eu, praticamente, tenho alguns filhos de verdade, ou seja, as crianças desse hospital, eu que cuido delas e de adultos com doenças leves. Como a sua… E não vou deixar ninguém morrer do jeito que meus pais morreram: infecção hospitalar…
-Hum… Estou tentando fazer meus amigos viverem as vidas antes do mundo virar pó.
-E, com isso, está perdendo a oportunidade de viver.
-Mas os meus amigos são minha vida, pois perdi emprego e namorada, amigo agora é o que faz nós ficarmos de "pé".
-Bem dito. E agora você tem um amigo que quer viver, ele falou para mim que você morto o deu a sensação de querer morrer quando chegar a hora.
-Doutor, se minha doença era leve, por que ele achava que eu estava morto?
-É isso que eu faço, às vezes, digo o que a pessoa teme só para mudar para melhor, então você sobrevive e ele fica contente e tenta viver o máximo o possível.
-Deixa eu ir lá falar com ele, tomara que ele não tenha levado um susto, pois ele tem problema no coração.
O médico ficou parado e o rosto ficou palido.
-Viu no que dá tentar mentir para as pessoas? Isso que elas sentem! - Eu expliquei que era só brincadeira à ele.
Fui até meu amigo e ele ficou surpreso ao me ver e falou:
-Mas o médico…
-Ele apenas mentiu, mas fez isso para seu bem. Então… Quer viver a vida ou já está "morto"?
-Viver, pois com a minha perda, que eu achava ter tido, me fez mudar.
-Sabia!
Fomos então para a casa de muitos amigos, e com a explicação desse meu querido amigo, ele conseguiu convencer muitos e, porém, outros não queriam nem saber, pois ja estavam "mortos".
Passamos o dia inteiro fazendo isso. A noite, fui para casa, liguei a TV e vi um programa dizendo como aproveitar muito bem os três dias apartir de amanhã, então desliguei e falei:
-Vivendo o quanto for possível com moderação.
Fui deitar às 10:00 PM e acordei 6:00 AM e me senti MUITO melhor e vi que só faltavam três dias para ver a palavra FIM deste conto.

Cinco Dias Antes do Fim do Mundo

18 de outubro de 2008

"Acordei o mais cedo que pude para aproveitar minha vida, ou o que sobrara dela.
Eu tive um sonho que minha ex-namorada me olhou, pegou minha mão e fomos voando para o espaço, quando eu vejo uma mão sobre a Terra e uma luz vindo dela. Então vejo um novo planeta… As criaturas pareciam primitivas, é claro, só que pareciam pacificas. Certeza eu teria pena delas por serem tão ‘obsoletas’, mas, não, eu até tive vontade de fazer parte delas, o que era, para eu, impossivel acontecer.
Eu percebi, quando acordei, que o mundo estava cada vez mais avançado, porém, cada vez mais cheio de guerras.
Para alguns, parece que a violência nunca chegará a sua vida, mas, sempre, de uma forma, chega. Nem que seja por uma discussão, ou, até mesmo, um pensamento rude.
Fui para a rua. Eu acho que até o Saara era mais animado que aquela visão. As únicas pessoas que estavam na rua eram bebados atordoados, deitados no meio da rua.
Uma visão mais triste que aquilo foi um corpo que achei perto do parquinho das crianças de uma escola. O corpo estava esquartejado e parecia que foi por causa do gira-gira, que estava cheio de sangue. Só não sei quem foi a pessoa tão cruel a fazer tal ato.
Fui à casa de um amigo e o convidei para conversar um pouco:
-Está maluco? - respondeu ele. - O mundo vai acabar!
-Só por isso você não quer viver essa semana? Eu acho que o que tira a vida não é a morte, mas é a vontade de não viver, que é o que você está fazendo. Se continuar assim, você já está morto antes do desastre.
Ele pareceu reflexivo com o meu argumento, e fui-me embora.
Tentei a mesma coisa com outro amigo. E ele falou a mesma coisa. E dei o mesmo argumento. E eu fiquei muito chateado com esses meus amigos que não queriam mais viver. Cada vez que falei a mesma coisa, fiquei me sentindo cada vez pior.
Chegando a noite, começou a dar um temporal, então fui para a casa, a pé, pois o carro, roubaram.
Cheguei encharcado, e liguei a TV. Lá falaram sobre o corpo esquartejado, sobre o aumento nos alcoolatras, drogados e terroristas…
Desliguei a TV quando começou a falar das tragédias.
Fui para o computador. Dei um ‘oi’ para a minha galera virtual e começamos a conversar. Até parecia que na Internet, ninguém mudava mesmo falando sobre a tragedia.
Dei um espirro muito forte e fui para a cama após ter desligado o computador.
E faltavam quatro dias até o fim inevitável.

Seis Dias Antes do Fim do Mundo

10 de outubro de 2008

Eu acho que esse vai continuar até o fim sem eu parar nenhuma ver, mas se eu receber algum comentário falando para continuar o "Ao se Escrever, se Desenha" eu o continuo, só não acho que o final não será muito bom, como alguns não gostaram TANTO do "ME AJUDE!!!!!!" e falaram para "segurar a surpresa" e nem mostrá-la… Mas, vamos à história!

"Eu não acreditei, e ainda não acredito que perdi um tempo da minha vida discutindo com meu amigo falando que era mentira o que ele estava falando. O mundo iria acabar em uma semana… Eu não acreditei, disperdicei meu tempo discutindo, diperdicei meu último Domingo! Porém, ele me mostrou, a TV não falava de outra coisa, o mundo iria acabar, o jornal, primeira página, o mundo iria acabar, e os restos das manchetes estavam falando ‘como aproveitar seus últimos dias’…
Parecia que o Cometa Halley iria aparecer um dia antes de acabar o mundo… Os cientista falaram que o mundo iria acabar mesmo, mas não por falta d’água ou pela poluição, o mundo iria acabar em uma catóstrofe natural.
Como todos já viram como é uma estrela antes de explodir, os cientista fizeram todos os tipos de experiências, que falavam que o sol iria explodir virando um buraco negro OU apenas iria explodir e "torrar" todo o mundo.
Perdi meu tempo e pedi desculpas ao meu amigo que me informou.
Agora tudo encaixava, por isso minha namorada terminou comigo, por isso o dono do bar me olhou daquele jeito. E por isso que vi, na segunda-feira, o local onde eu trabalhava fechado. Parece que o meu chefe queria aproveitar os ultimos dias com a mulher e filhos. Eu disse mulher e filhos? Eu quis dizer mulheres e o único filho que ficou para ele após o divorcio, eles se divorciaram no sábado, igual eu com minha namorada.
Parecia que não havia mais nada no universo e que o mundo ficou frio.
A vida parecia não haver sentido, pois se eu fizesse tal coisa, em uma semana não valeria a pena.
Eu fiquei, praticamente, andando pela rua e fiquei pensando sobre isso.
A noite, fiz questão de assistir TV para não estar desinformado de novo, parecia que eu ainda tinha esperança de aparecer só um pedido de desculpas da NASA falando que foi um mal entendido, ou algo assim.
Mas, naquele dia, só havia entrevistas falando o que tal estrela de cinema iria fazer em seus últimos dias. Eu achei muito gozado, pois, mesmo sabendo que o mundo iria acabar, eles ainda querem lucrar. É muito estranho. Porém, eu irei ficar com meu dinheiro, e aproveitá-lo antes de vir o pior.
Eu quis dormir tarde, mas de propósito, e amanhã acordarei cedo. Pois cada segundo é valioso agora.
E já que não tinha nada de bom na televisão, fui ao computador, entcontrei várias pessoas num chat, e só falavam disso, falei "oi" paraum pessoal que eu conhecia. Eles iam me perguntar o que iria fazer no resto da minha vida, eu disse um simples "não sei" e fui para cama, às 5:00AM e acordei às 8:00AM, e, naquele instante, faltava 5 dias antes do FINAL…"

Sete Dias Antes do Fim do Mundo

1 de setembro de 2008

Pois é, comecei outro. Esse terá 7 (Sete) capitulos…
Mas quando postarei eles,  vai ser outra história…xD

"Em um dia normal de um emprgado bem-sucedido. Tudo estava tranquilo.
Pessoas ficaram falando sobre outras pessoas. Falavam de tudo, falavam de tudo para nada.
Eu cheguei ao meu escritório. Então, veio minha namorada, ela estava meio estranha, estranha do tipo que assustada.
Eu perguntei
-O que houve?
-Não vai dar, não com o que está acontecendo. - e ela começo a chorar - Não vai dar.
Fiquei calado enquanto ela saia correndo para a sala dela.
Não conseguia entender, nosso namoro estava indo bem, iria fazer 2 anos em 8 dias.
Fui para casa depois do trabalho.
Todos na rua estavam chocados, eu não sabia o porquê.
Fui deitar sem ir assistir, pois estava muito cansado, nem mesmo tive tempo de ler o jornal!
No dia seguinte, acordei de muito bom humor, pois era domingo. Fui até o bar de tarde, como de costume, fui lá, a TV estava desligada. Eu fiz essa observação pois o dono do bar nunca desligava a TV.
Fui até o balcão e lá estava o velho João. Ele estava limpando um copo, e esfregando nele sem saber que estava esfregando…
Pedi o meu drink, ele, na hora, sem saber quem era ou o que tinha falado, pego uma lata de cerveja, e atirou em mim. E berrei:
-O que houve com o senhor?
Ele me olhou esquisito, e foi para o fundo do bar.
Todos estavam me olhando.
Fui para a casa de meu amigo, pois lá tinha a bebida que eu queria para uma tarde de domingo.
Ninguém em casa, bati de novo, nada.
Estava saindo quando a porta abriu um pouco. E apareceu uma parte do rosto de meu amigo. Ele falou:
-O que faz aqui?
-Vim pedir uma bebida das que eu gosto.
-Como você pode pensar em beber?
-Quando estou com sede eu penso, ora essa!
-Logo na ultima semana do mundo?
Eu não tinha entendido, então falei:
-Como assim?
Ele me olhou meio estranho, mas ja estava me acostumando, e ele falu de um modo incredulo:
-O mundo vai acabar em 7 dias!!!!!!!!!!!

Ao se escrever, se desenha

4 de junho de 2008

 

Irei contar algo à vocês, mas está história que vocês irão ouvir, não pode ser falada, nem ouvida, só escrita e lida…
Uma história de um namoro que aconteceu comigo, uma história de amor, ou de terror, vocês decidem…
Eu, escritor como sempre, estava andando em uma rua, com minha namorada, um linda jovem de cabelos lisos, pretos e compridos, olhos pretos…
Foi um triste dia quando ela foi andar de carro, um caminhão bateu nela, e ela colidiu com um igreja, foram fazer o resgate, mas não acharam corpo algum…
Dois anos se passados, e fiquei escrevendo cada vez mais histórias, arranjei um outra namorada, pois tinha que continuar com a vida, essa minha namorada atual tinha olhos verdes, um cabelos loiros escuro, compridos e lisos, também…
Ela adorava as minha histórias, escrevia algumas sobre ela, mas só com o jeito igual, o jeito de falar das coisas, ah…aquele jeito…
Pois é!
Um dia escrevi o quanto gostava da minha namorada atual, escrevi cada coisa que vinha do meu coração, escrevi tudo de bom!
Minha namorada leu, adorou e deu um comentário:
-Nossa! Olha o que você sem querer fez! Um desenho!
O desenho, eu vi, claro que iria conhecer aquele rostinho bonito, com os cabelos voando com o vento, aquele sorriso, era a minha antiga namorada, parecia viva em minha história!
Guardei aquele texto na minha gaveta…
Cinco anos depois, casei com minha namorada, mas fiquei em minha casa com meus pais, e minha querida esposa foi junto…
Um belo dia, estava inspirado para escrever um história, fui pegar papel na gaveta, dei de cara com aquela redação, as bordas estavam um pouco mordiscadas, mas a cara da jovem de cabelos negros estava diferente, naum estava sorridente, estava com uma cara estranha, olha fixamente para a frente, lia história, era a mesma, exatamente igual, mas o desenho dentro dela não…
Perguntei para a minha esposa se eu estava louco ou qualquer coisa, mas ela também via…
Deixei na mesa da cozinha, e fui escrever uma crônica qualquer…
Fui ao sótão para dar mais inspiração, então veio uma voz:
-Você me traiu!
Virei o rosto, e vi o papel da minha história no chão, agora, o desenho estava com RAIVA!

Arquivado em: Outros I Comentários (2)

"Já devem ter falado isso, mas tudo começou quando eu nasci.
Nasci num campo lindo, cheio de grama, devia estar na estação da primavera, a única estação que consegui ver…
Meu dono, um velho fazendeiro, teve de se mudar para a cidade grande.
É claro que ele levou todos os meus irmãos, e eu, é claro…
Nós estávamos num caminhão, no meio da estrada, eu não me lembro direito, mas no meio da estrada, eu e meus irmãos estavamos numa caixa, no banco da frente, nossa mãe estava junto de nós, mas não dentro da caixa. As únicas coisas que eu lembro daquela noite foi, um barulho enorme, uma luz e os choros dos meus irmãos. E então, fiquei cega.
Eu não sabia onde estava, não sabia nem o que sentir, medo por nao saber onde estava ou tristeza por saber que minha família não me respondia.
Tudo estava claro, você não está lendo errado não, ninguem disse que o cego não encherga escuro, bom… se alguém disse não sabe de mim, acho que a luz me traumatizou, e só consigo ver isso, uma tela branca.
Sempre que eu escutava alguma coisa, eu ouvia: ‘Que coisa fofa esse filhote!’ ou coisa do gênero.
Pela primeira vez, desde que fiquei cega, fui pega no colo.
-Pronto, coisinha, pronto, está tudo bem…
Era a voz de uma mulher, parecia que tinha uns 50 anos só pela voz…
Senti tanto carinho que até esqueci que era ega, já conseguia até ‘ver’ como ela era, é claro que não parei de ser cega, eu só conseguia ver que era uma senhora de idade que queria demonstrar carinho à algumém.
Ela ficou conversando com uma pessoa, mas eu não conseguia ouvir a voz respondendo, ela devia estar no telefone. Ela falou que tinha uma linda cadelinha e que poderia dar a ele.
Mas quem era ele? Do que ela estava falando? Ela não me queria mais?
Estava muito nervosa…
Ela me colocou num tipo de caixa, mas desta vez não estava aberta a tampa, e nem tinha como saber se estava ou não aberta!!
Enfim, cai no sono dentro da minha mini prisão por uma punição que não entendia.
Finalmente, acordei, a caixa estava sendo aberta, pelo menos dava para ouvir que era isso que estava acontecendo.
Então me veio um cheiro meio que caseiro, nunca tinha sentido aquele cheiro antes, la na fazenda nem reparei no cheiro, mas na casa da minha antiga dona, tinha um cheiro meio desagradável, o cheiro dessa casa em que tinha parado era diferente, um cheiro de casa nova, recém contruida.
Passou-se um tempo, fiquei perseguindo o meu novo dono, parecia uma criança, talvez até fosse. Eu perseguia ele com o cheiro de lavanda que talvez poderia estar na roupa dele. Então não conseguia seguir mais ele, nem me preocupei, fui num lugar que tinha um cheiro bom… Comi num pote uma coisa que parecia uns grãozinhos, devia ser ração, mesmo.
Depois que acordei, escutei uma porta se abrir, devia ser a do meu novo dono, fui até ele, passou um tempo e não senti mais o cheiro dele, ele não estava na residencia, devia ter saido, mas senti um outro cheiro, o de produto de limpeza, fiquei deitada, pois não gostei tanto daquele cheiro, parecia que veio junto com cheiro de amargura…
Senti um empurrãozinho, então ouvi um barulho de porta se fechando, novamente, devia ter sido tirada de casa, mas não me preocupei, talvez o meu novo dono me procuraria de novo. Senti a grama embaixo de mim, que sensação boa! Deviam ter limpado naquele local!
Depois a porta se abriu, esperei o dono vir até mim, mas não ouvi nada, só senti outro empurrãozinho, tinha azulejos a baixo de mim novamente, senti o cheiro de lavanda. Meu dono voltou, fui correndo para ele, já que ele não viria até mim.
Ele me ensinou um truque, mas não entendi direito, mas era assim:
Ele falava ‘Girtrude’, eu sentava, e ele me premiava.

Dinheiro dos Mortos parte 2

11 de abril de 2008

Não, gente. Vocês não estão sonhando, consegui achar um final para "O Dinheiro dos Mortos"…

Então… Vamu la!

"Se você falar que tem azar, você vai se ver comigo! Você não sabe o que é azar! Até me conhecer… se quiser continuar lendo, você conseguirá perceber do que estou falando.
Pode se dizer que o meu primeiro azar foi esse: nascer.
Estou falando isso, pois minha mãe não conseguia suportar a dor de quando nasci, e morreu.
Meu pai foi meu ‘criador’, não posso falar que ele cuidou bem de mim, mas pelo menos não me maltratava, mas me assustava, parecia um maluco.
Ele sempre falava: ‘Não devia ter me casado, eu sabia que isso iria acontecer, você nem devia ter nascido, tinha que parar com isto! Não tem como, a única coisa a fazer é você não se casando, e nem se quer se apaixone!’
Estas palavras ecoaram na minha cabeça ‘você não devia ter nascido’…
Uma vez, quando eu tinha uns 5 anos, meu peixe morreu por eu não ter dado comida á ele. Eu não sabia o que tinha que fazer, então joguei ele na privada, sem serimônia, foi só imaginar que aquilo era uma fezes dourada.
ENtão, no dia seguinte, a água do chuveiro, cheirava fortemente peixe podre, mas não era só isso, nas paredes da casa estava crescendo ESCAMAS!
Meu pai achou tudo isso normal, mudamos de casa em casa, e todas elas fizeram isso, e pararam de fazer quando agente se mudava, então, um dia, meu pai preparou peixe frito, sobrou um espinho do peixe, e tentei arriscar uma idéia minha, enterrei o espinho, fiz uma cruizinha de papelão em cima, e comecei a pensar no que eu não devia ter feito para aquele peixe ter morrido, quando parou o meu raciocinio, e bateu uma luz forte na cruizinha, e, por um instante, parecia que aquilo era de ouro enfeitado…
Essa não foi a primeira vez! Sem querer eu atropelei um cachorro com minha bicicleta, eu pensei ‘Não acredito! Eu atropelei um cachorro! Ah, se eu não tivesse saido de casa de bicicleta!’
Logo após, o cachorro saiu andando normalmente, e, não sei se eu que estava biruta, as feridas se fecharam e param de sangrar!!!!!!!
Um dia, tive coragem de perguntar ao meu pai o que era ‘isso’ de que ele tanto falava. Ele me olhou com uma cara de psicopata, e falou:
‘Meu pai me contou que um ancestral dele, ou seja, nosso, matou tantas gentes, que, sem saber, matou um Xamã, e o Xamã o amaldiçoou, todo dinheiro que ele ganhava por isso, virava os cadáveres de quem ele matava, o jeito de ele se livrar da maldição, foi ele se queimar, pendurado pelo pescoço por uma corda. Então o único filho dele levou a maldição até quebrá-la, que ninguém, até agora, sabe.’
‘Você não deveria chamar de maldição, mas de bênção!’ Falei.
‘Do que você está falando? A sua  mãe morreu por causa dessa maldição!’
‘Você se acha culpado disso?’
‘Não! Isso foi culpa sua, ou do meu ancestral, quero dizer, nosso ancestral! Do que você está falando!’
‘Você se acha culpado disso?’ Repeti.
‘Não…’
‘VOCÊ SE ACHA CULPADO DISSO?’ Repeti gritando, quase.
Ele começou a chorar…
‘Foi tudo culpa minha! Eu tinha que ter ficado em casa com sua mãe! Mas eu quis me divertir, jogar um pocker basico! Falei para a sua mãe não se preocupar!’ E ele começou a fungar ‘Eu devia ter ficado ao lado dela, mas quando ela me ligou falando que você já estava nascendo, o carro foi roubado! Voltei correndo para a casa, carreguei ela até o hospital! Mas no meio do caminho, você nasceu, e o seu último suspiro veio com palavras: ‘Você tinha que ter ficado…’ e morreu.’
Então, caiu a ficha: ‘Pai, já pensou que se você fizesse algo de errado, qualquer coisa, o que você mais gostava, iria ser sacrificado? Por exemplo: aquele ancestral gostava de dinheiro e ele desapareceu, você gostava da mamãe, ela morreu, eu gosto naum ficar nos mudando, mas agente muda todo mes! E me diga pai, quando você confessou, não está se sentido ‘abençoado’? Pois eu estou, eu acho que a ‘cura’ é se arrepender ou confissar.’
Depois dessa nossa conversa, comecei a me sentir ‘desazarado’, mas não fiquei sortudo. Uma vez, um homem se suicidou em cima do carro do meu pai. Foi bem assim, ele se atirou do prédio, e caiu bem no carro! E meu pai ficou que nem louco, rezando para Deus, que a culpa não era dele, mesmo."

 

Gente, o final ta meio xinfrin, mas foi o que eu consegui fazer!

Sugestões, é só comentar!

Tudo começou quando minha vida era irritante, ou seja, tudo começou quando eu nasci.
Quando tinha cinco anos, já virei ajudante de faxineira, a minha mãe era uma.
Meu pai vivia na prisão… Não tinha nada de bom para poder viver.
Quando fiz 18 anos, fiquei com inveja de não poder me formar, tive que trabalhar de empregada pro resto da minha vida, meu marido, Egbert, me consolava, ele era muito romantico, isso me fez continuar com a vida…
Quando tinha 49 anos, Egbert morreu de câncer, e nos deixou sozinhos (eu e meu filho, Hernesto)…
Recebi um convite para um emprego, cuidar de uma casa num condominio. A portaria do condominio era perto de um ponto de ônibus, e a casa era perto da portaria… Aceitei.
Cheguei na casa e vi, um garoto que me olhava com cara de anjo, mas eu já tive experiencias com crianças, especialmente com o Hernesto, mas os filhos dos meus patrões sempre foram uns anjos quando os pais ficavam em casa, mas quando saiam…
E ninguém merecia, o garoto ganhou um CACHORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mas eu fui "obrigada" a ficar com o trabalho, aliás me pagavam bem…
Dei um dia, a criança percebeu que eu não gostava dele, então nem mexeu comigo.
No dia seguinte, o garoto foi na escola, só ficou eu e o cachorro.
Ele era MUITO irritante! Me seguia toda hora! Um dos problemas ainda, era que ele era cego! Não dava pra entender! Eu ja vi cão guiar cego, mas nunca uma pessoa guiar um cão cego!
Então tranquei-o no quintal, estava me atrapalhando de mais!
Achei que iria ficar chorando, mas, não, ele ficou dormindo na porta, isto me deu aquela pena; ele não sabia que estava preso, pensava que estava livre.
Escutei a porta da frente abrir, era o garoto! Abri a porta do quintal pro cachorro sair correndo pro dono, mas o cachorro nem quis se mexer! Dei um chute de leve na porta, o cahorro acordou, com seus olhos claríssimos, e sair correndo pro dono.
A criança era mesmo um doce! Não dava pra compará-lo aos meninos dos meus ex-patrões… Ele era bem educado, mas o que mais me comoveu, foi usar o meu nome como um truque pro cachorro, ele dizia o meu nome e o cachorro sentava.

 

"Tudo começou quando a minha vida era tranquila, claro que todo mundo me achava relaxado, teria que melhorar na escola (principalmente em MATEMÁTICA), mas era tranquila.
Meu pai recebeu uma tranferência e eu iria ficar num condomínio mais luxuoso do que eu já morava.
Achei muito legal essa idéia, já que todos os amigos que eu tinha, tinha os MSNs deles.
Então tivemos que despedir a empregada, pois era um lugar muito longe e não dava para ela ir para casa. Minha mãe achou que eu estava deprimido por mudar de casa de novo, mas eu falei que não, ela não parecia que acreditou, não.
Cheguei lá na nova casa, era LINDÍSSIMA! A nova empregada não parecia que ia com minha cara, mas tirando isso, adorei tudo!
A minha mãe ficou me olhando com uma cara de pena, como se eu não fosse ter amigos de novo ou coisa parecida.
Então, no dia seguinte, ela falou:
- Filho, olha o que eu comprei para você!
Abri a caixa que estava cheia de furos, e vi, o mais lindo Husky que ja vi na vida! Ele estava com uma fitinha alaranjada, as os olhos eram claro, claro até de mais, percebi que ele não estava olhando para mim, mas o focinho parecia, e estava abanando o rabo! Ele era cego.
MInha mãe falo que era fêmea, fiquei pensando em algum nome, mas não veio nenhum em mente.
Ela só ficava me seguindo! Eu ia para lá, e ela me seguia, eu ia para cá, e me seguia também, a noite tentei fugir dela, para ver o que acontecia, fiquei no meu novo quarto e fechei a porta. Eu pensava que ela iria estar chorando, mas não.
No dia seguinte, abri a porta e percebi que ela tinha pego o tapete, arrastado ele até ao lado da porta (Não na frente! Ao lado!) e ficou durmindo, percebi que ela, no meio da noite, tinha ido à cozinha para comer um pouco (um pouco nada, comeu quase tudo da tigela de ração para filhotes), ela olhou para mim e abanou o rabo.
Neste dia, lembrei que era segunda feira, então teria que deixar a filhote de Husky com a empregada, pois meu pai não foi tranferido para não trabalhar e minha mãe foi ao novo consultório.
Fui para a nova escola, então, fiz um amigo, ele se chamava Hernesto, não tinha muito assunto, ele tentou me ajudar a dar nomes para a cadelinha, mas ele dava cada nome esquisito! Por exemplo: Girtrude!
Voltei para casa, a filhote veio correndo para mim, (devia ter escutado o barulho da porta) mas de um jeito desengonsado, jeito de filhote.
A noite, minha mãe e meu pai voltaram, eu falei "oi" e voltei para brincar mais com a cadelinha, a empregada parecia mais legal. Minha mãe perguntou a ela:
-Lavou todas as louças?
-Sim.
-Fez as camas?
-Fiz.
-Fe…
-Fiz.
-Fe´fiz! - Falei.
-O que disse, querido?
-O nome dela: Fe´fiz!
Para quem não sabe, o nome se pronuncia "féfiz", só que quis o acento separado da letra.
Eu ensinei a Fe´fiz que quando eu chamar ela, é para ela vir.
Ensinei também uns truques, só que só com o comando verbal, eu falava palavras esquisitas só para ninguém saber o que ela tem que fazer. Tipo: Girtrude, e ela sentava.

Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://contoecronicas.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.